segunda-feira, outubro 06, 2008

Ayala

Eu estava passeando tranquilamente com Bellit pela Osvaldo Aranha. Aí ela disse: "Olha que bonitinho!" Não havia visto - mas era mesmo bonitinho. Um gatinho. Filhote, tigrado, um olhinho dodói. Não resisti e toquei com a mão no vidro: "Mas que coisa mais fofa!" E o bichinho se esfregou no vidro no ponto onde minha mão estava, pedindo carinho. Meu coração se partiu vendo aquela coisinha carinhosa isolada por um vidro. Entrei na loja para perguntar se era macho ou fêmea. Eles não sabiam, só o veterinário, mas eles estavam doando.
Dia seguinte de manhã liguei para descobrir que era uma menininha e declarar meu interesse.
E foi assim que Akiko ganhou uma irmãzinha.

Tensão

A chegada de Ayala não foi, como era de se esperar, só felicidade. Akiko ficou apavorada com a "invasão de território" e sem saber o que esperar daquele serzinho silencioso que tomava boa parte da atenção de seus "papais". Ficou com ciúme quando nos viu acariciando a pequena. Fez fusquinha até não poder mais. Mas passou. Agora as duas convivem pelo apartamento, disputam os cantinhos da nossa cama de noite. Ainda têm um bocado de medo uma da outra, mas do seu jeito, brincam.
Agora eu saio de casa feliz porque Akiko não me esperará mais sozinha. E Ayala também não fica mais sozinha numa gaiola, num fundo de pet shop.

Em breve, fotos das minhas meninas. Aguardem

2 comentários:

lola aronovich disse...

Ai, que fofuras! Aguardo fotos.

ro salgueiro disse...

Ai, tô tão feliz porque você agora, além de minha Marida, é gateira que nem que eu!!!