terça-feira, março 11, 2008

Um dia que segue outro dia que segue outro dia

Olá, pessoas! Desculpe se fiquei muitos dias sumida. Não estava deprimida, nem com algum problema. É que viver tem me tomado um tempo imenso da agenda.
Pode parecer pouco, mas não é. E eu tenho vivido muito. E observado. E curtido.
Observo sobretudo os seres humanos, as relações humanas, como se dão. Vejo as pessoas caindo como patinhas nos arquétipos de seus signos solares e rio, lembrando do meu velho amigo Rafa.
Outro dia eu tive que fazer serviço de rua e estava chovendo. Eu fiquei pensando o que eu poderia fazer na chuva que não era possível fazer no tempo seco. Cantar! Com o chuvaredo, ninguém te ouve. Comecei a cantar Smiths alto, como há tempos não fazia e fiquei com saudade do meu primeiro namorado - que ainda hoje é um dos meus melhores amigos e pessoa muito relevante na minha vida.
Em geral, almoço com o Esposo - e é uma delícia. Marcar encontro com o próprio marido, sabe como é? Pena que vou ter que cortar esse hábito daqui a pouco - senão a gente não consegue economizar para mudar de casa e todas as outras coisas que planejamos.
Outro hábito artístico pouco usual é ficar treinando o oito maia (o danado) enquanto pego a fila do banco. O mais discretamente possível. Eu acho.
Vou ver se tiro umas fotos do jardim maravilhoso do meu escritório e posto para vocês babarem de inveja. Tenho que me lembrar sempre de adorar esse jardim, antes que vire daquelas coisas tão boas com as quais a gente se acostuma na vida.
E ultimamente me deu uma saudade de brincar com giz de cera...rs (Sim, é uma piada muito interna.)

2 comentários:

Bruna_ disse...

\o/

eu tambem estou sempre aqui.
que delícia de texto.
peguei chuva saindo da aula anteontem. eu ria sozinha, parecia uma louca.
tava louca mesmo. mas tão feliz - e molhada e gripada no outro dia. rsrsrs

bj!

roberta disse...

Oito maia na fila do banco! Tem como ser discreto? ~_^